..e outros vícios!

quinta-feira, 15 de setembro de 2016 | às 19:51


..não. Nunca fui desses aí que dizem que o entretenimento não serve para outra coisa além de... de entreter.
Errado!
 Ele serve para tudo o que se propõe e muito mais!

A educação e o conhecimento vêm pela diversão, brincadeira, imitação, arte,... 
enfim, "entretenimento". 

- Todos sabem que eu leciono sob essa máxima.

#Antes de ler a República de Platão e a Estética de Aristóteles, já sabia o quanto as " brincadeira de criança.. Como é bom. Como é bom!" serviam para a criação [eu disse; criação] dos sujeitos, dos egos, das psiquês. 

E quando, ainda na UERJ, a pedagogia me apresentou Foucault, aí ficou "tudo dominado".

O problema é que, apesar de obediente desde a infância, eu era rebelde por defender os videogames e desenhos animados. 
Nas palavras da deusa: "é difícil se opor, querer cuidar e apoiar questões que não são visíveis a olho nu." (...) "Questões que estão no 'afogar intenso' dos dedos no controle do videogame".


Pressione "Start" para "jogar" o futuro

Esse é o slogan da amostra de games de 2016 em Tokyo. 

Seria uma frase simples se não fosse o tema do evento:



Entretenimento muda. Futuro muda.

..apesar da tradução literal e características próprias do idioma japonês, é possível entender a força condicionante oculta na frase.

- O mundo precisa de mudanças, e nós, que temos as ferramentas para a criação de novos pensamentos, "eus", valores, verdades,... as faremos através de um novo tipo de entretenimento.

Portanto, "press Start to play the future.*" conosco e participe desta mudança.

(..)

É como eu costumo dizer:
"Desenho animado não é coisa de criança. São feitos por adultos.

                                                                   *Impossível traduzir o "espírito" da frase para o português.

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